Glossário próprio
Os termos do seu negócio viram o vocabulário do projeto. Campo, objeto e automação herdam esse nome — não o nome que o consultor anterior escolheu.
Opus é a forma da Levora entregar Salesforce. Um processo rígido, justamente para que a solução possa ser sob medida: escopo numerado item a item, preço por entrega aceita, e prova do que foi feito.
Opus não é um pacote. É o que garante que o seu projeto não seja o pacote de outro cliente.
Os termos do seu negócio viram o vocabulário do projeto. Campo, objeto e automação herdam esse nome — não o nome que o consultor anterior escolheu.
Toda escolha de arquitetura vira registro, com a alternativa recusada escrita junto. Seis meses depois dá para saber o motivo sem perguntar a ninguém.
Cada campo novo nasce com nome derivado do glossário e a linha do contrato escrita antes do código que vai usar o campo.
Não reaproveitamos a configuração de outro cliente para ganhar tempo. O que se repete é o método; a solução, não.
Quando assumimos ambientes implantados por terceiros, o cenário é quase sempre o mesmo — e quase nunca o problema é a ferramenta.
A implantação seguiu o diagrama da plataforma: prospecção, qualificação, proposta, fechamento. A empresa vende por indicação, com visita técnica no meio e crédito aprovado antes da proposta.
Quando a etapa não corresponde a uma decisão real do processo, ela vira campo obrigatório. E todo campo sem significado é preenchido no automático.
O time registra o mínimo para não ser cobrado e mantém o controle real onde o trabalho acontece de verdade.
O processo comercial da empresa é o requisito. A plataforma é o que se adapta.
Quem ganha quando o projeto demora não deveria ser quem o executa. É por isso que a unidade de venda aqui não é a hora.
Cada item do escopo é numerado e tem preço. O pagamento acontece por entrega aceita, não por hora trabalhada.
A data de go live está escrita. O esforço a mais para cumprir a data é custo da Levora, não linha nova na sua fatura.
Antes de qualquer conversa de preço, mostramos o que foi especificado além e aquém do vendido. Escopo novo vira item numerado, com preço, antes de o trabalho começar.
Depois do go live, mensalidade com SLA e entregas aceitas por mês. Sem cota de horas para consumir até o fim do mês.
Se o seu processo de compras exige tabela de horas, fornecemos como referência de custo. A proposta continua sendo por resultado.
São duas cadeias que se encontram. As três primeiras etapas decidem o quê e por quê; as três últimas executam e conferem.
Decidir
A conversa que estressa o plano até o entendimento ficar compartilhado. É aqui que aparecem os furos que o documento aprovado não sabia que tinha.
Os termos que apareceram viram o glossário do projeto. Daí em diante, o glossário manda sobre o nome de cada campo.
Arquitetura, segurança, LGPD e integração decididas e registradas antes do código — cada uma com a alternativa recusada.
Executar
O trabalho é cortado em fatias verticais, cada uma com critério de aceite testável, publicadas como tickets com dependência declarada.
Especificação, plano, tarefas e código. Toda classe nova nasce com o seu teste, e a cobertura é medida, não declarada.
O código é conferido contra a intenção declarada na abertura: faz o que diz que faz? O parecer nunca aprova e nunca mescla — quem faz isso é gente.
Pular a decisão e ir direto ao código funciona. É assim que se produz código correto para o problema errado.
Não existe lista de comandos proibidos. Existe permissão declarada: nenhuma ferramenta nossa — pessoa ou agente — escreve numa org que o projeto não tenha declarado por escrito. Projeto sem essa declaração não tem org de escrita nenhuma.
allow
Segue, sem perguntar.
ask
Para, e devolve a decisão para uma pessoa.
deny
Recusa, dizendo qual é o caminho certo.
Recusa sem alternativa vira tentativa de contorno. Por isso toda recusa diz o que fazer no lugar do que foi bloqueado.
O teste das rédeas precisa reprovar quando a trava é sabotada de propósito. Trava que falha aberta aprova tudo em silêncio — pior do que não existir.
Todo mês a diretoria recebe o painel. No encerramento de fase, comparamos a org de produção com o que foi combinado e entregamos o dossiê. Cada afirmação tem evidência, e cada número tem a base escrita — nenhuma linha é estimativa.
O painel executivo
Todo mês, junto do status report, a diretoria recebe esta página: avanço, etapas, entregas concluídas, o que está travado e os riscos mapeados. Quem precisa decidir não precisa abrir o relatório inteiro.
Está na org e está no combinado.
Está na org, não estava no combinado, e tem origem rastreável: pedido em tal data, no ticket tal.
Estava no combinado e não está na org.
Já estava na org antes de nós, ou veio de outro fornecedor.
O documento assinado manda sobre todo o resto. Ticket é evidência de execução, nunca de escopo: usar ticket como linha de base faria tudo parecer entregue conforme, porque seria comparar o trabalho consigo mesmo.
O dossiê é prática da casa, não cláusula de contrato. Se você quiser como compromisso escrito, vira adenda.
Trocar de parceiro às vezes é a decisão certa. O custo disso não deveria ser perder a documentação do próprio CRM.
Promessa que não se verifica é só mais uma frase de proposta. Estas quatro ficam aqui para serem cobradas.
Prometemos prazo escrito, e a conta do atraso do nosso lado. Velocidade prometida antes de o escopo existir é promessa barata.
A IA lê, especifica, deriva teste e audita. Nenhuma saída avança sem uma pessoa aprovar, e o parecer automático nunca mescla. Quem responde pela entrega é a Levora.
Somos um time enxuto e sênior. Quando o seu caso pede uma operação grande com dezenas de pessoas alocadas, dizemos isso na primeira conversa.
Quando tivermos prazo médio por fase em projetos suficientes, publicamos com a base junto. Até lá, não existe número nesta página que não possa ser perguntado.
Não. A IA faz o trabalho de leitura: entender a proposta, escrever requisito, registrar decisão, derivar teste, auditar. O desenvolvimento acontece com gente, e o parecer automático dá opinião sobre o código — nunca aprova e nunca mescla. Quem responde pela entrega é a Levora.
Pelo que dá para verificar: escopo numerado com preço por item, prazo escrito em contrato, cobertura de teste medida e o dossiê que compara a org ao combinado. Se o seu processo de compras exige tabela de horas, fornecemos como referência de custo — mas a proposta é por resultado.
Vira item numerado com preço, antes de o trabalho começar. Antes disso você vê o diff entre o que foi especificado e o que foi vendido, e decide com ele na mão. Nada vira hora.
O parecer e os testes. Toda classe nova nasce com a sua, a cobertura é medida e não declarada, e cada metadado passa pelo catálogo de armadilhas da plataforma — uma lista onde cada item quebrou um build de verdade, num projeto de verdade.
É o cenário mais comum aqui. Antes de assumir, fazemos o levantamento do ambiente: customização existente, automação sobreposta, integração e débito técnico. Você recebe esse retrato mesmo que decida não seguir conosco.
Mensalidade com SLA e entregas aceitas por mês, sem cota de horas para consumir. A maioria dos clientes segue com a Levora evoluindo a plataforma junto com o negócio.
Pode, e é de graça. O diagnóstico já roda dentro do Opus: você vê o levantamento, o glossário e as decisões registradas antes de assinar qualquer coisa. Se não fizermos sentido para o seu caso, dizemos isso também.
O diagnóstico é gratuito e termina com o que você precisa para decidir: o retrato do ambiente, a ordem sugerida de execução e o escopo numerado com preço por item.